Prosseguindo com nossa série, hoje é a vez de mostramos "a rede através da técnica do desenho". Aqui estão dois deles.
Em ordem de cima para baixo, o primeiro utiliza a técnica "nanquim sobre papel", da série “REDE”, 2007, de Débora Santiago, e o segundo, "Mário de Andrade na rede" onde o intelectual modernista foi desenhado pelos traços de Lazar Segall.
O blog "Redes Vitória" é além de um hobby, também uma ferramenta para a profissão, onde posso compartilhar meu trabalho e minhas experiências com você. É um espaço no qual escrevo de maneira descompromissada e revelo um pouco da minha própria personalidade. É um exercício, que só existe porque sou um apaixonado pelo universo das redes de descanso e seus derivados.
FÁBRICA DE REDES VITÓRIA. Rua Marechal Deodoro, 677, bairro: Benfica, Fortaleza-CE, Cep:60.020-061. Contatos:(85)3223-4203 / (85)9987-6084 Site: www.redesvitoria.com.br. e-mail: redesvitoria@redesvitoria.com.br
27 novembro, 2010
20 novembro, 2010
A rede nas artes plásticas IV (Categoria erótica).
A figura da nudez sempre povoou o imaginário popular e também o artístico.
Desde a civilização grega, por volta de 1.000 anos A.C., ela continua sendo um tema com forte presença nas artes, muito explorado por pintores, escultores e desenhistas.
Também exerceu grande influência no ”período renascentista”, movimento cultural entre os séc. XIII e XVII D.C, que tinha como principal característica o antropocentrismo, onde grande parte das obras de arte tinha cunho naturalista.
Desde a civilização grega, por volta de 1.000 anos A.C., ela continua sendo um tema com forte presença nas artes, muito explorado por pintores, escultores e desenhistas.
Também exerceu grande influência no ”período renascentista”, movimento cultural entre os séc. XIII e XVII D.C, que tinha como principal característica o antropocentrismo, onde grande parte das obras de arte tinha cunho naturalista.
* Na postagem de hoje, exibimos a nudez retratada nas redes.
Jean Robert Pinet
Andrey Imshagin
Zigmunt Waliszewski - 1917
Leon Jean Perrault
Henri Pierre Picou - 1884.
É o símbolo nordestino presente nas artes visuais.
***Continuaremos na próxima semana, com desenhos. Até lá...
13 novembro, 2010
A rede nas artes plásticas III (categoria estrangeira).
As redes de descanso foram bastante retratadas e utilizadas como elemento cênico em obras de pintores mundo afora. A maioria das telas possuem como plano de fundo belas paisagens como bosques e jardins que revelam características oriundas do "romantismo", movimento artístico cultural entre os séculos XVIII e XIX, onde a naturaza era bastante explorada.
Para ilustrar a presença da rede nas telas de arte de mestres estrangeiros, selecionei mais cinco obras do meu arquivo pessoal.
***Estes pintores não são conhecidos no Brasil.
É o “costume brasileiro” rompendo fronteiras.
***Estes pintores não são conhecidos no Brasil.
É o “costume brasileiro” rompendo fronteiras.
Continuamos na semana que vem, até lá.
Belissima tela de Johann Moritz Rugendas.
07 novembro, 2010
A rede nas artes plásticas II. (Categoria nacional)
- Foi justamente no âmbito da pintura onde a rede foi e continua sendo mais retratada. Só em meu arquivo pessoal tenho para mais de 60 registros. Por ironia, são na maioria obras de artistas estrangeiros que a retrataram durante todo o sec. XIX e na 1ª metade do sec. XX. Entretanto, para não sobrecarregar a postagem selecionei dentre eles apenas quinze telas, as quais eu dividirei em três categorias de postagem: “nacional” , “estrangeira” e “erótica” .
Na categoria nacional apresento um acervo composto por cinco telas de mestres da pintura brasileira.
*É a arte rendendo culto ao costume nordestino.
Semana que vem tem mais....
Mulher na rede: Acrílico sobre tela de Jairo Pereira Cavalcanti.02 novembro, 2010
A rede nas artes plásticas I
Iniciamos nossa série “ A rede nas artes plásticas” com esta escultura em mármore intitulada “Nu reclinado em rede” do artista Antônio Frilli. Datada do século XIX, a peça, de origem italiana retrata com perfeição, as formas do corpo feminino em trabalho naturalista.
Abaixo,belíssima escultura intitulada "Mulher na rede".

O costume do Nordeste Brasileiro retratado nas artes.
* Na próxima semana tem mais.
31 outubro, 2010
A partir de Novembro de 2010 daremos início a série de postagens “A Rede nas artes plásticas”. Não perca.
Esta série aponta a rede de dormir como peça inspiradora de diversos artistas e intelectuais que ao apresentá-la em suas obras resgatam o importante valor histórico que esse elemento possui para a cultura brasileira.
De origem indígena, a rede desempenhou importante papel na sociedade colonial brasileira dos primeiros tempos, com o passar dos anos foi associada à barbárie e caiu em desuso. Agora retoma sua posição de destaque no âmbito cultural e social, uma vez que vem conquistando espaço no cenário da decoração, pintura, escultura, desenho, fotografia e em diversos gêneros das artes plásticas, estando inclusive, presente em várias galerias e museus mundo afora. Imperdível.
De origem indígena, a rede desempenhou importante papel na sociedade colonial brasileira dos primeiros tempos, com o passar dos anos foi associada à barbárie e caiu em desuso. Agora retoma sua posição de destaque no âmbito cultural e social, uma vez que vem conquistando espaço no cenário da decoração, pintura, escultura, desenho, fotografia e em diversos gêneros das artes plásticas, estando inclusive, presente em várias galerias e museus mundo afora. Imperdível.
26 outubro, 2010
Redes utilizadas na decoração de um bar carioca.
04 outubro, 2010
Vitrine Beira Mar
03 outubro, 2010
Vitrine Iguatemi
Encontra-se em exposição desde 01/09/10 na vitrine do shopping Iguatemi Fortaleza as peças de tecelagem da coleção Country Life/2010 da Redes Vitória. São diversos produtos que exploram a escala ascendente de cores, resultando numa tecelagem coordenada que utiliza as nuances em degradê, uma marca registrada dos nossos tecidos.
A mostra permanecerá até 30/10/10. Vale a pena conferir.
26 setembro, 2010
Mitos e verdades sobre a rede



Você sabia que...
...a rede de dormir é um legado dos índios da américa do sul e que não há registro algum da rede antes do descobrimento do Brasil.
...o nome "rede" foi dado por Pero Vaz de Caminha ( que é chamado "padrinho
da rede"), devido a semelhança com a rede de pescar. O índios a chamavam de "ini".
da rede"), devido a semelhança com a rede de pescar. O índios a chamavam de "ini"....que a rede indígena era feita de cipó e fibras de palmeiras. Com a chegada dos portugueses, as mulheres dos colonos substituíram o tucum e passaram a fazer a rede com fios de algodão, enfeitando-as com franjas. ( ver foto)

...a manufatura da rede na sociedade colonial brasileira era ofício feminino.
...os portugueses criaram inspirados nas liteiras a rede como meio de transporte, em que os colonos e suas famílias eram carregados em passeios pela cidade e até em viagens. (ver foto).
...a cama na casa grande era uma obrigação protocolar, dormia-se na rede.
...a rede copiada pelos europeus no sec. XVI seguiu padrões planos, tal como as camas. E que elas jamais se popularizaram em outros continentes, porque o modelo exportado foi o europeu, deformada em esteira esticada.
Fonte:Luiz Câmara Cascudo: Rede de dormir uma pesquisa etnográfica.
29 agosto, 2010
Investimento no artesanato brasileiro.
Qual a identidade da moda brasileira?
Durante o Inspiramais Inverno 2011, essa reflexão veio a tona e um dos caminhos apontados por especialistas do cenário fashion nacional foi o investimento no artesanato. Isso representaria o diferencial em relação a massificação de tendências mundiais.
Segundo Walter Rodrigues, coodenador do núcleo de desing da Assintecal, o artesanato brasileiro precisa ser mais valorizado, ser visto como um artigo comtemporâneo e atemporal e não como uma peça folclorica. Para o
sociólogo italiano Francesco Morace, “o artesanato pode ser o grande diferencial da moda e indústria brasileiras” e acrescenta,” precisamos voltar à visão artística, ao artesão, ao virtuosismo, à capacidade de trabalhar a partir da vocação e do talento”.
Enquanto a editora da Vogue Itália, Franca Sozanni, declarou em entrevista veiculada no portal Fashion forward, que " o Brasil não tem estilo ", Morace reforçou que o caminho para a construção de uma identidade da moda nacional está no rústico, em objetos que podem ser industriais, mas que posssuam um toque artesanal, anulando assim a imagem de serialização. “Cada cultura tem a possibilidade de desenvolver seus elementos locais. É a inovação que parte da tradição. A cultura brasileira pode seguir este caminho. É uma tendência que pode ser feita tanto no segmento do luxo quanto para o mais básico” explicou Morace.
Aliada ao artesanato, a sustentabilidade foi outro direcionamento apontado para a moda brasileira, processos que não agridem o meio ambiente ou componentes oriundos de fontes renováveis . "É preciso estar consciente do que estamos provocando na terra. Nós deixamos um caminho e não precisa ser desagradável”, observa Walter Rodrigues.
Fonte: Jornal DN, caderno EVA de 08/08/2010.
Durante o Inspiramais Inverno 2011, essa reflexão veio a tona e um dos caminhos apontados por especialistas do cenário fashion nacional foi o investimento no artesanato. Isso representaria o diferencial em relação a massificação de tendências mundiais.
Segundo Walter Rodrigues, coodenador do núcleo de desing da Assintecal, o artesanato brasileiro precisa ser mais valorizado, ser visto como um artigo comtemporâneo e atemporal e não como uma peça folclorica. Para o
sociólogo italiano Francesco Morace, “o artesanato pode ser o grande diferencial da moda e indústria brasileiras” e acrescenta,” precisamos voltar à visão artística, ao artesão, ao virtuosismo, à capacidade de trabalhar a partir da vocação e do talento”.Enquanto a editora da Vogue Itália, Franca Sozanni, declarou em entrevista veiculada no portal Fashion forward, que " o Brasil não tem estilo ", Morace reforçou que o caminho para a construção de uma identidade da moda nacional está no rústico, em objetos que podem ser industriais, mas que posssuam um toque artesanal, anulando assim a imagem de serialização. “Cada cultura tem a possibilidade de desenvolver seus elementos locais. É a inovação que parte da tradição. A cultura brasileira pode seguir este caminho. É uma tendência que pode ser feita tanto no segmento do luxo quanto para o mais básico” explicou Morace.
Aliada ao artesanato, a sustentabilidade foi outro direcionamento apontado para a moda brasileira, processos que não agridem o meio ambiente ou componentes oriundos de fontes renováveis . "É preciso estar consciente do que estamos provocando na terra. Nós deixamos um caminho e não precisa ser desagradável”, observa Walter Rodrigues.
Fonte: Jornal DN, caderno EVA de 08/08/2010.
25 agosto, 2010
Joaquim Matias e Lindalva Santiago
Uma idéia colocada em prática há mais de 45 anos fez nascer uma das fábricas de redes mais tradicionais da cidade de Fortaleza. Desde o dia em que o casal Joaquim e Lindalva Santiago fundaram a Fábrica de Redes Vitória em dezembro de 1964 (data de registro na JUCEC), até os dias de hoje, a empresa passou por várias modificações, entretanto a qualidade e a criatividade das peças permaneceram intáctas.16 agosto, 2010
Viva a Natureza


Quem chega em nossa loja são logo recebidos pelo vitor e a vitória (casal de araras canidé) que dão boas vindas aos visitantes. Todos são recepcionados pela melodia contagiante do canto das calopsitas, agapornes e periquitos australianos que colorem e enchem de vida e alegria nossa loja. Não há quem resista em interagir com as araras canidé que são as mascotes da casa ao mesmo tempo que proporcionam um clima acolhedor e aconchegante ao local. Venha nos visitar você também.
Redes Vitória em Preto e Branco

Desde 14 de Julho de 2010 se encontra em exposição na vitrine do shopping Iguatemi Fortaleza a nova coleção de redes e cortinas batizada de "Redes Vitória em Preto e Branco", que expora as nuances neutras que oscilam entre o preto, o branco e o cinza.
Os produtos ficarão a mostra até meados de Agosto quando será lançado o novo tema para o último trimestre do ano de 2010. Não perca.
26 junho, 2010
Conheça um pouco de nossa história.

Nascida em 1964 pelas mãos do casal Joaquim Matias Santiago e Lindalva Monteiro Santiago a Fábrica de Redes Vitória continua até hoje proporcionando conforto, lazer e descanso aos cearenses através de suas redes confeccionadas em teares manuais. Para manter-se no mercado globalizado e passar a competir com a produção em massa dos teares elétricos, introduzidos na maioria das fábricas cearenses na década de 1980, Joaquim Matias Filho teve que apostar na criatividade, diversificação e qualidade dos produtos de sua fabricação que até em meados de 1992 se concentrava exclusivamente nas tradicionais redes de descanso.
Foi então, que no ano de 1993 a empresa expandiu-se para o mercado de decoração passando a produzir uma série de produtos em tecelagem manual para ambientação de residências, pousadas e hotéis; um segmento até então inexplorado. Hoje, oferecemos um leque de opções de produtos para vestir a casa do teto ao chão. Confira nossas ofertas acessando www.redesvitoria.com.br .
A "Redes Vitória" e o mercado online

A Redes Vitória está presente no mercado online desde 2005, quando foi construído o 1º site da empresa, um dos pioneiros no segmento de fabricação de redes de descanso e dormir. Além de abranger o universo das redes o site também aborda o fabuloso segmento da tecelagem manual em toda a sua diversidade, com um diferencial a mais; o de levar dicas e informações sobre o uso e manutenção das peças, tão importantes para os consumidores. A meta da empresa para o ano de 2010 é o investimento maciço no mercado virtual. No início do ano foi colocada no ar a nova versão 2010 do site da empresa e lançados mais dois blogs que exploram fragmentos e amenidades deste universo curioso. Passamos também a investir na mídia da internet junto aos sites de busca anunciando nossos produtos. São colchas, cortinas, almofadas, toalhas, jogos americanos, tapetes, acolchoados e muitas outras ofertas na tela do seu computador.
Cofira: www.redesvitoria.com.br
www.vitoriaredes.blogspot.com
www.redesdedescansovitoria.blogspot.com
25 junho, 2010
Redes Vitória expõe nas lojas CEART.
24 junho, 2010
Redes Vitória na 11ª Casa Cor Ceará

A Redes Vitória esteve presente na 11ª edição da casa cor ceará através do ambiente assinado pelas arquitetas Karine Maia e Débora Melo, no espaço "Eu também quero beijar"-recanto da praça.
O ambiente composto pela varanda com jardim, contemplou o artesanato como elemento protagonista da decoração no projeto. Em uma área de 75,00m2, um convite ao relax, recebeu rede para descanso, almofadas e cortinas confeccionadas em teares manuais nos tons de bege, marfin e palha, com a presença da fibra de luréx dourado em sua trama, uma novidade no segmento.
A beleza do espaço, a originalidade das peças e o toque especial das profissionais foram quesitos fundamentais para que se conquistasse o "2º lugar" no concurso realizado na mostra casa cor na categoria "ambiente com ênfase no artesanato".
Confira o ambiente.
18 junho, 2010
Coleção Multicor: misture as cores sem cerimônia.
17 junho, 2010
O poder das Mãos.
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Gustave Courbet, 1844









