FÁBRICA DE REDES VITÓRIA. Rua Marechal Deodoro, 677, bairro: Benfica, Fortaleza-CE, Cep:60.020-061. Contatos:(85)3223-4203 / (85)9987-6084 Site: www.redesvitoria.com.br. e-mail: redesvitoria@redesvitoria.com.br

28 fevereiro, 2011

Carnaval consciente.



.....nem a sua rede de dormir para garantir seu descanso após os momentos de folia.


No decorrer das próximas 04 semanas após o carnaval daremos início a mais uma série. A coletânea “Mobiliário inspirado nas redes”, vai mostrar como uma simples idéia de índio passou a ocupar a mente e as pranchetas de renomados arquitetos e designers internacionais a exemplo dos europeus, que desde então, tentam transformá-las em verdadeiras obras de arte.
Um bom carnaval e até lá.

17 fevereiro, 2011

Como se faz uma rede de dormir.

Você sabe quais os passos para se fabricar uma rede artesanalmente ?
Não! Então veja aqui o passo a passo da cadeia produtiva das redes de dormir.
Paciência e habilidade marcam essa atividade. São raros os cursos ou escolas que ensinem a arte de tecer redes manualmente, a técnica é repassada quase sempre de pai para filho.
O Processo completo da fabricação de uma rede artesanal é composto de pelo menos sete etapas principais e passa pelas mãos de no mínimo sete artesãos.

1º URDIMENTO:
Esse passo inicial consiste na preparação do fio de algodão, matéria prima da rede, para ir ao tear, ferramenta utilizada na tecelagem. Aqui ocorre a retirada do fio dos tubos transformando-o em "tranças de fio" (ver vídeo nº 2 de cima p/baixo). A quantidade de tranças de fio que compõe um rolo chamamos de camada. (ver vídeo nº1 de cima p/baixo).
2º RASTELAMENTO:
Processo que consiste na colocação das tranças de fio no rolo, para em seguida irem ao tear . (ver vídeo nº 3 de cima p/baixo).
3º EMENDA: Ligamento entre os fios do rolo anterior que finalizou, com a nova camada de fio/rolo que está sendo colocado no tear . Esse processo se dá através de uma média de 1300 nós, dados 01 a 01 manualmente. Cada rolo ou camada de fio produz uma quantidade X de panos de rede dependendo do tamanho da urdideira do fabricante. A cada rolo, ou camada, finalizada, 01 por semana, esse processo se repete novamente. Obs: não existe uma máquina ou ferramenta que possa substituir e técnica manual da emenda.(ver vídeo nº4 de cima p/baixo). 4º TECELAGEM: Após a emenda dos fios dá-se início a tecelagem que consiste no ato de tecer. O tear, ferramenta utilizada na confecção dos tecidos é onde ocorre o entrelaçamento ordenado de dois conjuntos de fio. O da urdidura, que são os fios dispostos no sentido longitudinal, do comprimento, com o da trama, os fios dispostos no sentido transversal, da largura do tear. Daí surge a malha, a qual chamamos de tecido.(ver vídeo nº5 de cima p/baixo)
5º CONFECÇÃO DAS CABEÇEIRAS:
Acabamento feito nas extremidades do pano da rede p/ receber os punhos. Há diversos tipos de acabamento tais como: tranças, bainha, malha ou grade com mamucabas, e outros.
6º EMPUNHAMENTO: Ato de colocar os punhos nas cabeceiras das redes. São eles que mantém as redes suspensas nos armadores, ou ganchos. Obs: Assim como na etapa da emenda, aqui também não existe máquina ou ferramenta capaz de substituir a técnica manual de empunhar. (var vídeo nº7 de cima p/baixo).
7º CONFECÇÃO DE VARANDAS :
Varandas são franjas adaptadas nas laterais das redes. Elas constituem um ornamento e geralmente são confeccionadas em crochet ou macramê. Não existe uma função utilitária para as varandas, ou seja, são meramente estéticas.

Além destes 07 principais passos para se fazer uma rede de dormir, há ainda 03 passos secundários. Eles são os seguintes.
1º ESPULA:
Processo de enchimento das espulas com fio para em seguida serem colocadas nas lançadeiras. Elas são responsáveis pela trama os tecidos.
2º TINGIMENTO ou ALVEJAMENTO: Caso o fabricante tenha um tingimento próprio p/ colorir ou branquear os fios para confecção de suas redes.
3º COSTURAS e BORDADOS: Pode ser manual ou a máquina, utilizada para pregamento de varandas, arremates ou confeccção de bordados em geral.

O que é:
Rolo:
Peça de madeira em forma de carretel gigante posicionada na parte dianteira do tear onde as tranças de fio ficam acondicionadas. São eles que suprem o tear e abastecem o tecelão com a matéria prima para a tecelagem dos panos de rede.
Trança de fio: É este emaranhado de fios que está sendo retirado da urdideira(ver vídeo nº2)
Lançadeira e espula: No vídeo nº6, aparece a imagem do tecelão colocando a espula dentro da lançadeira, para então, começar a tecer.

Segue abaixo vídeos ilustrativos da Fábrica de Redes Vitória.

11 fevereiro, 2011

SUSTENTABILIDADE.

O efeito estufa e as temperaturas cada vez mais altas, as consequências da emissão de gases, o desmatamento indiscriminado e o esgotamento dos recursos naturais estão ameaçando a terra.
Embora caiba aos governos uma grande fatia de responsabilidade, é preciso nos conscientizar-mos que cada um de nós pode e deve fazer a sua parte. São pequenas atitudes diárias e mudanças de hábitos rotineiras como o aproveitamento de energias limpas, a coleta seletiva de lixo e a economia de recursos naturais como a água, que contribuem para um modo de vida mais sustentável.
Todo cidadão compreende que suas ações interferem na qualidade de vida de outras pessoas e no meio ambiente, e é consciente que através de sua condição de consumidor é capaz de influenciar os rumos da economia buscando opções mais sustentáveis. Acima de tudo, não espera unicamente por mudanças a partir de governos e empresas, ele faz acontecer, se mobiliza, organiza e busca o melhor para si e seus semelhantes.
Abrace você também esta idéia e seja um VITORIOSO.
O planeta agradece.


REDES VITÓRIA
Comprometida com o social:
Ao contratarmos o artesão retiramos o mesmo da informalidade, resgatando-o do subemprego e inserindo-o no mercado formal de trabalho.

Comprometida com a cultura do nosso estado: Preservamos toda a cadeia produtiva da nossa tecelagem de forma manual, desde a confecção dos tecidos até o acabamento final, perpetuando o fazer artesanal.

Comprometida com o meio ambiente: produtos totalmente recicláveis, produzidos com matéria prima sustentável que não agride o planeta.


DICAS PARA QUEM QUER COMEÇAR.
• Procure comprar produtos de madeira com o selo FSC. Esta é a garantia de que a madeira foi retirada legalmente.
• Evite o uso de embalagens plásticas nas compras em geral e priorize produtos com pouca embalagem, ou embalagem econômica que geram menos lixo.
• Utilize baterias e pilhas recarregáveis. Devolva as baterias e pilhas de produtos tecnológicos para as devidas revendedoras.
• Diminua o uso de produtos descartáveis.
• Feche a torneira no banho enquanto se ensaboa, durante a escovação dos dentes e ao fazer a barba. Conserte os vazamentos nas tubulações e evite deixar a torneira pingando água.
• Ao sair dos ambientes desligue as lâmpadas e também os aparelhos das tomadas. O modo standby dos aparelhos eletro eletrônicos consome energia.
• Use seu barbeador pessoal e depilador , elétrico. Faldas p/ seu filho recém nascido de pano, e refis em vez de comprar novas embalagens sem necessidade
• .Ao comprar aparelhos eletro eletrônicos verificar selos de eficiência no consumo de energia.
• Não imprima documentos sem necessidade, guarde-os em pendrivers, ou outro dispositivo de armazenamento de dados. Se não puder evitar a impressão, utilize os dois lados da folha.
• Doe o que não quiser ou não precisar mais, ao invés de jogar fora.
• Recicle , reduza, reutilize
• São pequenas atitudes rotineiras como essas que ajudam a tornar o nosso dia a dia melhor.

Tempo de decomposição do lixo no solo.
Papel: 3 a 6 meses
Jornal: 6 meses
Palito de madeira: 6 meses
Toco de cigarro: 20 meses
Nylon: mais de 30 anos
Chicletes: 5 anos
Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Fralda descartável comum: 450 anos
Lata e copos de plástico: 50 anos
Lata de aço: 10 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Isopor: 8 anos
Plástico: 100 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos
Tempo de decomposição de resíduos em oceanos.
Papel Toalha: 2 a 4 semanas;
Caixa de Papelão: 2 meses;
Palito de Fósforo: 6 meses;
Restos de Frutas: 1 ano;
Jornal: 6 meses;
Fralda Descartável: 450 anos;
Fralda Descartável Biodegradável; 1 ano;
Lata de Aço: 10 anos;
Lata de Alumínio: não se corrói;
Bituca de Cigarro: 2 anos;
Copo Plástico: 50 anos;
Garrafa Plástica: 400 anos;
Camisinha: 300 anos;
Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos;
Bóia de Isopor: 80 anos;
Linha de Nylon: 650 anos;
Vidro: tempo indeterminado;
Lixo radioativo: 250 anos ou mais
Fonte: www.compam.com.br

04 fevereiro, 2011

A rede em logotipo da feira literária de parati.


Você sabia que a “7ª feira literária de Parati” realizada em 07/2009, trouxe a imagem da rede de dormir no logotipo do evento.
A presença da rede na literatura é um capitulo a parte que merece ser explorado e faremos isso em um segundo momento, pois inúmeros escritores da "Academia Brasileira de Letras" a citaram em seus romances.
Posteriormente, ilustraremos nosso blog com fotos e passagens destes famosos romances.

28 janeiro, 2011

Rede de descanso em projeto de Lúcio Costa.




Você sabia que a rede de dormir fez parte do projeto apresentado por Lúcio Costa para o Pavilhão Brasileiro da Trienal de Milão, em 1964, chamado Riposatevi (Repousem). Na verdade o croqui representava uma espécie de redário composto por 14 redes de descanso onde os visitantes da exposição eram convidados a um momento de relax.
Veja acima o esboço do projeto em breves traços, assinado pelo arquiteto e urbanista Lúcio Costa.

21 janeiro, 2011

A rede na 7ª Arte.

HAMACA PARAGUAYA: Um filme de Paz Encina

Esse filme coloca novamente o Paraguai no circuito cinematográfico, depois de 30 anos sem produções. As cenas são todas estáticas, os dois personagens principais, em uma rede de descanso, reclamam de coisas cotidianas como a falta de chuva.
A base do drama é a partida do filho para a guerra - contra a Bolívia, na década de 30 – e o filho acaba não voltando para a casa. Como a produtora Mariane Slot, definiu: “o filme é estático como os paraguaios que reclamam da situação, mas nada fazem para mudar”.
Informações Técnicas abaixo.
Gênero: Drama.
Classificação etária: 14 anos.
Tempo de duração: 78minutos.
Ano de lançamento: 2006.
Distribuidora: Slot machine, Lita Stantic Produciones, Fortuna films.
Produtora: Mariane Slot.
Elenco: Georgina Genes, Ramon del Rio.
Direção: Paz Encina.

O termo 7ª Arte para designar o cinema foi dado por Ricciotto Canudo no Manifesto das Sete Artes, em 1911, mas publicado apenas em 1923.
1ª Arte – Música;
2ª Arte – Dança;
3ª Arte – Pintura;
4ª Arte – Escultura;
5ª Arte – Teatro;
6ª Arte – Literatura;
7ª Arte – Cinema.

15 janeiro, 2011

A rede em rótulos de cigarros


Você sabia que a imagem da rede de dormir também fez parte de rótulos de cigarros. A réplica acima faz parte de uma coleção composta por 1.252 rótulos de cigarros na técnica litográfica. Em 1964 a coleção foi doada pela família do pernambucano José Brito Alves ao Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais.
Constitui-se em um raro e valioso patrimônio cultural e artístico, que registra fatos históricos, usos, costumes e aspectos das primeiras décadas do século XX.

09 janeiro, 2011

A rede na vinheta da t.v tupi.


Você sabia que a imagem da rede fez parte de uma série de vinhetas da antiga TV TUPI Canal 3. Como a televisão deixava as crianças vidradas até tarde, dificultando os pais em fazê-las dormir, foi criada uma vinheta em que o indiozinho "símbolo da emissora" aparecia dormindo serene em uma rede na sua oca, ao som da famosa música “Já é hora de dormir”. A rede junto com o indiozinho foram por muito tempo responsáveis pela identificação visual em aberturas, encerramentos e reinícios de programas.
Para quem não sabe, a TV Tupi foi a 1ª emissora da televisão brasileira, inaugurada pelo jornalista Assis Chateaubriand em 1950.

07 janeiro, 2011

Festa para os olhos. Joaquim Matias expõe peças de sua coleção 2011 no shopping Iguatemi e na loja Cearte em Fortaleza.











Novas propostas em tecelagem para cortinas, redes de descanso e derivados da tecelagem manual já podem ser vistas na vitrine do shopping Iguatemi e na loja matriz da Cearte em Fortaleza. Confirmando a tendência de que o brilho presente na moda passou a inspirar também a decoração, surgiu a Coleção Brilho da Redes Vitória. A coleção é composta por modelos conceituais confeccionados em teares manuais, onde a mistura de materiais como o fio de algodão, a fibra de luréx e do polipropileno resultaram em tecidos com aspectos cintilantes que aparecem em diversas escalas, da mais suave até o mais alto brilho, fazendo sua casa reluzir. As cortinas encontram-se em exposição até fevereiro de 2011.
Se puder não perca.

03 janeiro, 2011

VIVA 2011.



É uma sensação prazerosa voltar a partilhar com você vários temas, assuntos e as descobertas que tenho feito. No decorrer de todo o ano de 2011 vou trazer e apresentar aqui, uma série de matérias curiosas e fatos inusitados, sempre relacionados ao universo das redes, além claro, de atualizá-lo(la) dos lançamentos e novidades do segmento da tecelagem manual e da Fábrica de Redes Vitória.
Na próxima semana vou mostrar à você em primeira mão a "Coleção Brilho 2011" da nossa tecelagem lançada no Shopping Iguatemi. E no decorrer das 04 semanas seguintes, exibiremos uma coletânea de registros que utilizaram a imagem da rede nas mais diferentes áreas. Verdadeiras raridades.

04 dezembro, 2010

Desejo Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Realizações à todos.

Vale a pena ver de novo... Eu não podia deixar de postar estas fotos das árvores de Natal feitas com redes de dormir que para mim foi umas das maiores manifestações em termos de criatividade unindo o evento do Natal e o conceito regional.
Quando as vi pessoalmente pela primeira vez, babei.


Quem assinou a idéia dessas belíssimas árvores de Natal com um toque regional foi a arquiteta Denise Braga e o publicitário Pablyto Leivio para o Natal da cidade de Fortaleza em 2007. Ela tinha 60 metros de altura e era composta por 240 redes de tamanhos variados.





Com votos de um Feliz Natal e Ano Novo à todos, encerramos nossas postagens para o ano de 2010. Darei uma pausa durante o mês de Janeiro para retornar em Fevereiro.
Até Lá.

03 dezembro, 2010

A presença da rede no cenário artístico cultural.

A rede está presente no cenário musical, teatral e em diversas exposições espalhadas pelas galerias do país. Ela tem marcado presença nos palcos de diversos eventos da região sul e sudeste, onde o artista tem buscado nas redes inspiração para suas performances.
Este evento tem contribuído de forma significativa para o resgate cultural desta peça que já exerceu influência e esteve disseminada em todo o território nacional .
*Em ordem de cima para baixo confira três destes eventos.

*A 60km de BH, em Brumadinho entre um acervo de aproximadamente 500 obras de mais de 100 artistas nacionais e internacionais, lá estão elas, no museu de arte contemporânea de Inhotim, exibidas em uma das galerias espalhadas pelo parque botânico. Os criadores desta sala são: Hélio Oiticica e Neville D’Almeida.

*Aqui três redes estendidas servem de cenário para o show Preguiça da cantora Cris Braun no Rio de Janeiro. Num clima intimista e despojado no palco do Cabaré dos Novos houve espaço para samba, MPB, black music e eletrônica.


*Resultado de intensa pesquisa do Grupo Tápias, o solo “REDE” explora os diversos significados culturais da rede; seja como símbolo de adaptação, acomodação e conquista, como sujeito cênico que interage, ou simplesmente, objeto utilitário que inspira.

A rede e a arte contemporânea.

Um esqueleto humano sem cabeça repousa deitado em uma rede. Seu sono é velado por um cortejo de crânios gigantes. Tudo impressiona na exposição Tunga: À Luz de Dois Mundos. Criada para inaugurar a Pirâmide do Louvre, em Paris (2005), e até então só reexibida dois anos depois, no PS1 MoMA, em Nova York, a escultura colossal de Tunga, trata de questões transcendentais.
Apesar de não entender bem as questões que tratam a arte contemporânea, vale a pena mostrar a exposição na “nossa série” pela presença da rede na obra do artista.






Com a postagem de hoje, encerramos a série que teve como tema a presença da "rede de dormir" entre as diversas manifestações das artes plásticas. Mostramos ao longo de quatro semanas um arquivo de obras inusitadas de artistas nacionais e estrangeiros que utilizaram a rede como elemento protagonista em suas criações.
Em 2011 voltaremos com uma nova série. Aguarde.

27 novembro, 2010

A rede nas artes plásticas V (Desenho).

Prosseguindo com nossa série, hoje é a vez de mostramos "a rede através da técnica do desenho". Aqui estão dois deles.
Em ordem de cima para baixo, o primeiro utiliza a técnica "nanquim sobre papel", da série “REDE”, 2007, de Débora Santiago, e o segundo, "Mário de Andrade na rede" onde o intelectual modernista foi desenhado pelos traços de Lazar Segall.




*Semana que vem tem mais...

20 novembro, 2010

A rede nas artes plásticas IV (Categoria erótica).

A figura da nudez sempre povoou o imaginário popular e também o artístico.
Desde a civilização grega, por volta de 1.000 anos A.C., ela continua sendo um tema com forte presença nas artes, muito explorado por pintores, escultores e desenhistas.
Também exerceu grande influência no ”período renascentista”, movimento cultural entre os séc. XIII e XVII D.C, que tinha como principal característica o antropocentrismo, onde grande parte das obras de arte tinha cunho naturalista.
* Na postagem de hoje, exibimos a nudez retratada nas redes.


Jean Robert Pinet


Andrey Imshagin


Zigmunt Waliszewski - 1917



Leon Jean Perrault

Henri Pierre Picou - 1884.


É o símbolo nordestino presente nas artes visuais.
***Continuaremos na próxima semana, com desenhos. Até lá...

13 novembro, 2010

A rede nas artes plásticas III (categoria estrangeira).



As redes de descanso foram bastante retratadas e utilizadas como elemento cênico em obras de pintores mundo afora. A maioria das telas possuem como plano de fundo belas paisagens como bosques e jardins que revelam características oriundas do "romantismo", movimento artístico cultural entre os séculos XVIII e XIX, onde a naturaza era bastante explorada.
Para ilustrar a presença da rede nas telas de arte de mestres estrangeiros, selecionei mais cinco obras do meu arquivo pessoal.
***Estes pintores não são conhecidos no Brasil.
É o “costume brasileiro” rompendo fronteiras.
Continuamos na semana que vem, até lá.


Belissima tela de Johann Moritz Rugendas.
Willian James Glackens, 1919.

Gustave Courbet, 1844

Emanuel Phillips Fox, 1903.


Zygmunt Waliszewski, 1933.

07 novembro, 2010

A rede nas artes plásticas II. (Categoria nacional)

  • Foi justamente no âmbito da pintura onde a rede foi e continua sendo mais retratada. Só em meu arquivo pessoal tenho para mais de 60 registros. Por ironia, são na maioria obras de artistas estrangeiros que a retrataram durante todo o sec. XIX e na 1ª metade do sec. XX. Entretanto, para não sobrecarregar a postagem selecionei dentre eles apenas quinze telas, as quais eu dividirei em três categorias de postagem: “nacional” , “estrangeira” e “erótica” .
    Na categoria nacional apresento um acervo composto por cinco telas de mestres da pintura brasileira.
    *É a arte rendendo culto ao costume nordestino.
    Semana que vem tem mais....


Mulher na rede: Acrílico sobre tela de Jairo Pereira Cavalcanti.

Mulher na rede: Acrílico sobre tela (1,00 x 80 cm) de Selma Antonini.


Mulher na rede: Pintura a óleo do artista Andrade Lima.

Mulher na rede: Acrílica sobre cartão (1968), do argentino naturalizado brasileiro, Carybé.

Mulher na rede: Óleo sobre tela de Cícero Dias.

02 novembro, 2010

A rede nas artes plásticas I

Iniciamos nossa série “ A rede nas artes plásticas” com esta escultura em mármore intitulada “Nu reclinado em rede” do artista Antônio Frilli. Datada do século XIX, a peça, de origem italiana retrata com perfeição, as formas do corpo feminino em trabalho naturalista.


Abaixo,belíssima escultura intitulada "Mulher na rede".


O costume do Nordeste Brasileiro retratado nas artes.

* Na próxima semana tem mais.

31 outubro, 2010

A partir de Novembro de 2010 daremos início a série de postagens “A Rede nas artes plásticas”. Não perca.

Esta série aponta a rede de dormir como peça inspiradora de diversos artistas e intelectuais que ao apresentá-la em suas obras resgatam o importante valor histórico que esse elemento possui para a cultura brasileira.
De origem indígena, a rede desempenhou importante papel na sociedade colonial brasileira dos primeiros tempos, com o passar dos anos foi associada à barbárie e caiu em desuso. Agora retoma sua posição de destaque no âmbito cultural e social, uma vez que vem conquistando espaço no cenário da decoração, pintura, escultura, desenho, fotografia e em diversos gêneros das artes plásticas, estando inclusive, presente em várias galerias e museus mundo afora. Imperdível.

26 outubro, 2010

Redes utilizadas na decoração de um bar carioca.


O proprietário do BAR DA FRENTE, na cidade do Rio de Janeiro, resolveu inserir nas suas instalações a "rede de dormir" como proposta de imprimir aconchego ao local. Veja aqui o resultado.