FÁBRICA DE REDES VITÓRIA. Rua Marechal Deodoro, 677, bairro: Benfica, Fortaleza-CE, Cep:60.020-061. Contatos:(85)3223-4203 / (85)9987-6084 Site: www.redesvitoria.com.br. e-mail: redesvitoria@redesvitoria.com.br

20 julho, 2011

Tradição e inovação na fabricação de redes.

A edição especial de julho 2011 da revista Veja (2.226),  citou a “Redes Vitória” e a “Take a Nap” como dois, dos pontos de referência na produção e comercialização de redes de descanso na cidade de Fortaleza-CE.
A resenha numa publicação "a nível nacional" tão séria e reconhecida como esta, nos torna mais comprometidos ainda com nosso trabalho, ou seja, proporcionar conforto, beleza e segurança para você e toda a sua família.


Veja logo abaixo transcrição na íntegra. Para ampliar o texto clique sobre a imagem.


15 julho, 2011

A rede nas artes plásticas X.

A rede sob a ótica de chamberlain.

Desenhista e pintor, Henry Chamberlain foi oficial da Artilharia Real Britânica e veio ao Brasil em 1819 acompanhando seu pai, cônsul-geral da Inglaterra, incumbido de realizar transações comerciais no país.
Permanece no Rio de Janeiro até 1820 e nesse período dedica-se a representar, em desenhos e pinturas, aspectos pitorescos da vida cotidiana da cidade. Em 1822, publica em Londres o álbum < Views and Costumes of the City and Neighborhood of Rio de Janeiro - Vistas e Costumes da Cidade do Rio de Janeiro e Arredores > ilustrado com 36 gravuras em água-tinta colorida acompanhada por textos descritivos.
Entre os desenhos tomados pelo Tenente Chamberlain está a versão brasileira da liteira européia. Leia a seguir, trecho em tradução livre extraído do livro “Vistas e Costumes da Cidade do Rio de Janeiro e Arredores”.

"Tipo de rede geralmente feita de algodão tingido de várias cores e com franjas em que as fêmeas, um pouco acima das classes mais baixas, são levadas por seus escravos. A rede é equipada com um travesseiro para a senhora apoiar-se, e em todo o bambu, onde é suspensa, é lançada uma cobertura fantástica ou cortina listrada.
Quando a senhora deseja parar, os homens fixam varas adaptadas com um tipo de garfo de ferro no chão para apoiar as extremidades do bambu, até a patroa optar por avançar".

*Semana que vem voltamos com Rugendas.

08 julho, 2011

A rede nas artes plásticas IX.

A rede no sec. XIX pelos traços de Debret.

Jean Baptiste Debret foi membro da missão de artistas franceses, solicitada por Dom João VI, que chegou ao Brasil em 1816. Dos vários artistas que aportaram no Brasil foi o que permaneu mais tempo por aqui e um dos que mais retrataram o país.
Debret regressou à França em 1831 e de volta a Paris publicou "Voyage Pittoresque et Historique au Brésil / Viagem pitoresca e histórica ao Brasil" documentando uma série de gravuras dos aspectos da natureza, do homem, além de costumes da sociedade brasileira no início do século XIX.
O conjunto de sua obra tem valor fundamental para nossa história.
A seguir veremos Debret em três momentos.

Aqui retratou o índio nativo.   O criador e sua criação, a rede de dormir.
Famille d’un Chef Camacan se préparant pour une Fête
Aquarelle, 18,6 x 29,3cm.  

Novamente, o registro da rede utilizada como meio de transporte bastante disseminado na época.
retour a la ville d'un proprietere de chacra.


E aqui, retratou a rede fazendo as vezes de uma cadeira no gabinete de trabalho em plena corte do Rio de Janeiro.
Sábio trabalhando no seu gabinete no Rio de Janeiro, 1827. 

* É a rede fazendo parte da História do Brasil.
* Na próxima semana?  Surpresa.




01 julho, 2011

A rede nas artes plásticas VIII.

A rede sob a pespectiva de J.C. Guillobel, no início do sec. XIX.

Joaquim Cândido Guillobel foi desenhista, aquarelista, arquiteto, topógrafo e cartógrafo. Mudou-se com seu pai, Francisco Agostinho Guillobel, para o Rio de Janeiro em 1808, mesmo ano em que a família real portuguesa se transferiu para o Brasil.
Em 1811 ocupa o posto de primeiro tenente do Imperial Corpo de Engenheiros e passa a exercer a função de desenhista do recém-fundado Arquivo Militar. No ano seguinte inicia a produção de uma série de desenhos representando tipos e cenas urbanas do Rio de Janeiro.


Guillobel, Joaquim Cândido
Senhora Viajando de Rede, 1814
aguada e aquarela sobre papel

Nota:
Uma quase unanimidade entre os pintores dos primeiros tempos do Brasil colonial é o registro das " liteiras "  adaptadas com redes de descanso, como mostra a aquarela acima.
Aqui no Brasil os portugueses fizeram uma releitura das liteiras europeias < casulos de madeira protegidos por cortinas > em que senhoras de classe social mais elevada eram transportadas em passeios. As liteiras eram sustentadas por dois longos varais e conduzidas por dois homens, um à frente e outro atrás, como mostra uma outra aquarela de Guillobel logo abaixo.


Guillobel, Joaquim Cândido
Serpentina de Luxo, 1814
aguada e aquarela sobre papel

É a rede contando parte da história do Brasil.
* Semana que vem tem Debret.

23 junho, 2011

Viva São João, Viva São Pedro.

Esta última semana do mês de junho gira em torno das festividades em comemoração a dois dos santos mais queridos dos nordestinos brasileiros: S. João 24/06 e S. Pedro 29/06.

Coincidentemente, passeando pela NET me deparei com estas fotos que de imediato me fizeram lembrar das bandeirinhas multicoloridas “presença obrigatória nas festas juninas” .
O modelo acima é uma criação da cooperativa “mistura carioca”, cooperativa de artesãos do estado do Rio de Janeiro. Atenção para o detalhe das varandas confeccionadas a partir de retalhos de tecidos com estampas super coloridas.

foto da NET
Nota 10 para estas comunidades que estão continuamente criando, inovando e reinventando.
Um barato.

21 junho, 2011

Pesquisa científica revela que dormir em rede garante melhor qualidade do sono.


Paris. Uma equipe de cientistas franceses e suíços publicou ontem 20/06/2011, um estudo que sugere que o movimento de vai e vem de uma rede melhora a qualidade do sono e ajuda as pessoas a dormirem mais rapidamente.
O estudo incluiu 12 voluntários do sexo masculino que aceitaram tentar tirar uma soneca tanto em uma cama normal quanto em uma rede, enquanto seus movimentos cerebrais, oculares e musculares eram monitorados por aparelhos.
Segundo os cientistas as mulheres foram excluídas do estudo, uma vez que o ciclo menstrual pode afetar a monitoração do eletroencefalograma (EEG).
O estudo mostrou que os indivíduos dormiram mais rapidamente em uma rede do que na cama e o cochilo de 45 minutos foi ainda mais profundo do que na cama, destacou o estudo publicado no periódico científico Current Biology.
"Observamos uma transição ao sono mais rápida em cada um dos indivíduos que estavam no modo 'rede', um resultado que sustenta a noção intuitiva de que o sono é facilitado quando associado a este procedimento”, disse Michel Muhlethaler, da Universidade de Genebra.
Os pesquisadores esperam examinar, ainda, se o efeito de balançar é similar em períodos mais prolongados de sono, e averiguar se pode ser utilizado para ajudar pessoas que sofrem de insônia.

Fonte: Diário do Nordeste de 21/06/11.

17 junho, 2011

A rede nas artes plásticas VII.

A rede no sec. XVII, por Albert Eckhout.
Albert van den Eckhout é um dos autores de pinturas do Brasil holandês. Chegou ao Nordeste do Brasil junto com Frans Post, o primeiro pintor da paisagem brasileira, em 1637 na comitiva do príncipe Maurício de Nassau onde permaneceu até 1644.
Sua missão como pintor era registrar a paisagem brasileira durante a invasão holandesa e  muitas de suas pinturas ajudaram a Europa a ter uma idéia do chamado < Novo Mundo >.
Em terras da Nova Holanda retratou os habitantes, a fauna e a flora com riqueza de detalhes. O rei da França Luiz XIV recebeu uma coleção de pinturas que foi usada para fazer tapeçarias, as chamadas < Tapeçarias das Índias > da < manufatura francesa Gobelins >.
Elas tornaram-se tão conhecidas que de tão copiadas os cartões originais que serviram de matrizes se estragaram e Alexandre-François Desportes, foi contratado para executar uma nova série.
Hoje, a quase totalidade das obras que Eckhout pintou no nordeste do Brasil, no período do ataque holandês, pode ser vista no Museu Nacional de Copenhagen.

"A Negra carregada numa rede  /  La Négresse portée dans un hamac"

Acima, uma réplica da tapeçaria que o príncipe Maurício de Nassau presenteou o rei Luís XIV para dar um toque tropical ao Palácio de Versailles. A peça mostra cena de rua no Recife antigo copiada do cartão pintado por mestre Albert Eckhout nos cálidos trópicos pernambucanos.
*Um pedacinho do Brasil representado pelas redes.
* Continuaremos na próxima semana com Guillobel.

14 junho, 2011

Memórias do Brasil nas artes visuais.

Terra Brasilis, Atlas Miller,  1523 – 1525 / Mapas Históricos Brasileiros.
Nas próximas semanas vamos embarcar numa viagem ao passado e resgatar obras de artistas do sec. XVII e XIX que retrataram a rede de descanso nos tempos da sociedade colonial e pós colonial brasileira.
Nessa época, várias missões estrangeiras chegaram ao Brasil trazendo consigo artistas de diversos países europeus para registrar as paisagens, os hábitos e costumes dos povos que habitavam o chamado < novo mundo> descoberto por Cabral em 22 de abril de 1500.
Muitos registros datam da época das invasões estrangeiras e também da época em que a corte portuguesa, fugindo de Napoleão Bonaparte, se estabeleceu no Brasil por alguns anos. Nas caravelas portuguesas foram transportadas além da realeza, boa parte da nobreza, artistas e intelectuais que seriam responsáveis por uma nova era da “Terra Brasilis”.
Desde então, o Brasil nunca mais foi o mesmo.
*Serão exibidas somente obras relacionadas às redes de descanso, foco das nossas postagens.
*A sequência das postagens obedecerá à ordem de chegada dos artistas ao país.
*Estas postagens estão correlacionadas a série < A rede nas artes plásticas II, III e IV > de novembro de 2010.
Boa viagem.

08 junho, 2011

Aos apaixonados, um ótimo fim de semana.

Neste ano, o dia dos namorados <12-06-11> cai num final de semana, criando assim, a possibilidade do casal de pombinhos prolongar e aproveitar bem mais a atmosfera de paixão e romantismo características dessa data. Que tal um fim de semana na praia?
Olha só o clima desses dois aí na rede. Tudo de bom.




03 junho, 2011

Redes Vitória em projeto residencial I.

Cortinas confeccionadas em teares manuais foram determinantes para esta composição de sucesso em que foram mesclados elementos artesanais com peças contemporâneas e modernas.



Na escala de cores prevalece tons crús e pastéis com variações em listras, que resultaram numa produção harmoniosa.


A tecelagem maual foi decisiva para que resultado do projeto coincidisse com o jeito e a personalidade dos moradores, um casal jovem, moderno e que valoriza elementos da cultura regional.


Para a zona de refeições, a dona da casa optou por cortinas com um leve degardê verde para valorizar ainda mais o belo  jardim, isolado por uma fachada de vidro.
Semana que vem tem mais.

27 maio, 2011

Redes Vitória em projeto comercial I.

Para quem está no meio da correria do dia a dia, o restaurante “Cantinho do Faustino” é uma ótima opção pra dar uma parada e saborear seus pratos, curtir um “happy hour” com os amigos, ou ainda almoçar com a família reunida nos fins de semana.
O toque de aconchego, além do ótimo ambiente, fica por conta das cortinas confeccionadas em teares manuais com tons terrosos, responsável pela atmosfera “light” do espaço.
Endereço: Rua Rep. do Líbano, esq. c/ Frei Mansueto. Vem conferir você também.

20 maio, 2011

Bathtub Hammock. A bathtub shaped like a hammock.

Enganam-se quem pensa que redes só podem ser encontradas em locais como jardins, belas praias de países tropicais ou em dormitórios.

Projetistas internacionais bolaram um jeito descontraído e original de levar o conforto e o relaxamento das redes de descanso para dentro, imagine de onde, dos banheiros residenciais.

Isso mesmo, eles se superaram, e não só projetaram como desenvolveram a mais recente peça criada para a versão do que seria uma banheira em formato que lembra uma rede de descanso.
Splinterworks é o cérebro por trás da “vessel tub”, a banheira que tem forma e estilo de rede. Ela é feita de fibra de carbono com acabamento folheado a ouro e promete gerar uma nova experiência no banho dos poucos mortais que terão acesso a esse produto exclusivo.
*For more details please visit,Splinterworks.

A Little Wonder Bathtub, é outro conceito de Bathtub Hammock. Esta é feita de poliuretano e aço inoxidável e o objeto é suspenso entre duas vigas de aço onde está instalada torneira, saboneteira e porta toalhas
*For more details please visit, Little Wonder Bathtub.


O perigo é pegar no sono aí dentro.

13 maio, 2011

Satala Hammock.

Rede ou arte?
Nas últimas décadas o conceito sobre redes de descanso vem evoluindo continuamente em função da dedicação de designers que se empenham em fazer releituras cada vez mais sofisticadas desse objeto que acreditam ser a última palavra em decoração.
Um bom exemplo dessa tendência é a Satala Hammock, uma criação da Aqua Criações, que fará com que você se pergunte se ela se trata de uma peça de mobília ou uma escultura de arte.

Esta rede, que na verdade se trata de uma cadeira, mas que teve suas formas e linhas inspiradas nas redes de descanso, é incrivelmente confortável e seu estofado pode ser configurado em várias cores e estampas de acordo com o ambiente.

Sua única desvantagem na minha opinião, é a falta de mobilidade, já que uma vez instalada torna-se fixa.

O preço de U$ 4.500 irá colocá-la fora do alcance de compradores casuais.

***Semana que vem tem mais, até lá.

09 maio, 2011

A Rede nas artes plásticas VI. (Escultura).

Escultura é uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial. Existem várias técnicas de trabalhar materiais como: o bronze, o mármore, a argila, a madeira, dentre outros.
Embora possa ser utilizada para representar qualquer coisa, tradicionalmente o objetivo maior da escultura na antiguidade era representar o corpo humano, ou divindades antropomórficas.
Os primeiros registros da rede nesta arte milenar <considerada a quarta das artes clássicas> datam do sec.XIX, entretanto, não são tão expressivas em quantidade se compararmos com sua presença na pintura, por exemplo.
Mesmo assim, tenho em meus arquivos “verdadeiras raridades”. Para não sobrecarregar a postagem selecionei apenas quatro esculturas dentre as quais eu mais gosto.
Todas as obras são de artistas estrangeiros.

Leonda Finke ,Woman in a Hammock, 1987.
By Bruno Lucchesi
  
A bronze by Sydney Harpley featuring a nude on a hammock. Yours for 14,000 Pounds.

 Summer Dream , cast in bronze. This 65cms long by 25cms wide piece depicts a dreaming nude in a hammock.

*** Esta é uma continuação da série "A rede nas artes plásticas I", de 02/11/2010.

29 abril, 2011

Uma homenagem da Redes Vitória à todas as mães.

Dia 08 de Maio de 2011: Dia das Mães.
Para sempre.
Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba,
veludo escondido na pele enrugada,
água pura, ar puro, puro pensamento.
Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra -mistério profundo- de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei:
Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.


Poema: "Para sempre", de Carlos Drummond de Andrade

22 abril, 2011

22 de Abril de 1500, dia do descobrimento do Brasil.

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral, capitão-mor da expedição. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal.
                                   No dia 26 de abril de 1500, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome Brasil.

O evento do descobrimento do Brasil coincide com a descoberta da rede de dormir, que tem "Pero Vaz de Caminha" como seu padrinho, segundo Câmara Cascudo, em seu livro "Rede de dormir".


Com data de nascimento historicamente imprecisa, a rede de dormir já era manufaturada pelos nossos índios quando os portugueses aqui aportaram. Sua descoberta foi registrada e relatada a D. João VI, por Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota portuguesa, que descrevia em suas cartas ao então rei de Portugal, os hábitos e costumes das comunidades tupiniquins.

20 abril, 2011

A Redes Vitória com toda a sua equipe lhe deseja Feliz Páscoa.

Vou ilustrar minha postagem de hoje com um belíssimo ovo de páscoa em que Redes de Dormir foram utilizadas para realçar ainda mais esta linda embalagem em papel marchê.


Feliz Páscoa.




18 abril, 2011

19 de Abril, Dia do Índio.

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo então presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540.
Devemos lembrar que os índios eram os donos da casa e já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Deles, herdamos entre outros objetos e utensílios , a rede de dormir, um tipo de leito que nos acompanha até os dias de hoje do nascimento a velhice, embalando nossos sonhos e acalentando nossos desejos.
“Um leito suspenso não aparece em paragem alguma deste mundo antes que Cristóvão Colombo pisasse a areia de Guananaí e Pedro Álvares Cabral a praia brasileira de Porto Seguro”, escreveu Cascudo em seu livro Rede de Dormir – Uma Pesquisa Etnográfica. Segundo Cascudo, na África e na Ásia “dormia-se em esteiras de palha ou peles de animais”. Foi só na América que os europeus encontraram os homens balançando sobre as redes.
“A rede nos acompanha desde o primeiro ao último dia – é berço, leito nupcial, é cama de enfermo, é caixão de morto”, escreveu a escritora cearense Rachel de Queiroz.
Foi na rede que boa parte da cultura brasileira foi forjada: das canções de Dorival Caymmi, aos romances de Jorge Amado.
Alguns exemplos da herança indígena:
  • Alimentos: Mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica, tapioca, beiju, manuê,
  • Objetos: Redes, jangadas, canoas, armadilhas de caça e pesca...
  • Vocabulário: talvez a grande contribuição, pois muitas palavras indígenas foram incorporadas: Pernambuco, Paraná, carioca, Curitiba, Piauí, caju, jacaré, abacaxi, tatu, jaguar (sim, o famoso carro ingles tem nome indígena).
  • Técnicas: Trabalho com cerâmica, preparo da farinha...até o parto de cócoras...etc
  • Hábitos: Uso do tabaco, banho diário e outros.

17 abril, 2011

Aniversário de um ano de Blogger.

Dia 15/04/11, completamos 01 ano na comunidade blogger.
Pude como planejei compartilhar meu trabalho e experiências com você, além de apresentar as últimas novidades e lançamentos do segmento e da nossa tecelagem.
Tudo isso faço com um enorme prazer e de uma forma descontraída, visando apenas a troca de idéias e o entretenimento.
Espero poder contar e continuar com a sua companhia. Por isso nós estamos aqui.
Até a próxima postagem,
Joaquim Matias

15 abril, 2011

O Brasil está na moda.

Nossas top models invadiram as passarelas internacionais e figuram no topo do ranking fashion. Seremos os anfitriões da copa do mundo de 2014 e sede das olimpíadas em 2016. A América Latina suscita interesse e o Brasil é uma referência nesse aspecto.
Nunca nosso país esteve numa posição tão boa como agora. O mundo inteiro está olhando para nós.
O colorido do nosso artesanato, a energia das peças feitas a mão, a beleza da nossa tecelagem manual construída fio a fio encantam quem nos visitam.
As pessoas de um modo geral buscam peças sob medida, artesanais e agradáveis ao toque. É uma reação a indústria de massa e a globalização. Há um desejo geral por identidade, raízes, originalidade e nossa região atrai por sua energia, paixão e cor. Isso tudo tem haver com a vibração positiva e espontânea que não se encontra em nenhuma outra nação que não seja a nossa e que passa longe do formalismo de outras culturas.